Lucio Dalla

Lucio Dalla

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Perfil

Lucio Dalla (Bolonha, 4 de março de 1943 — Montreux, 1 de março de 2012) foi um cantor e compositor italiano. Era também tecladista e clarinetista, sendo um dos mais célebres cantautores italianos, considerando que sua carreira ultrapassou 50 anos de atividade artística. Na busca constante de novos estímulos e horizontes, mergulhou em vários gêneros musicais, colaborando e duelando com muitos artistas de renome nacional e internacional. Inicialmente autor apenas da música, ele também se descobriu em uma fase madura como letrista e autor de suas letras. Ao longo de sua carreira, que chega a cinquenta anos de atividade, sempre tocou piano, saxofone e clarinete ., instrumentos, estes dois últimos, praticados por ele desde muito jovem. == Carreira == Começou em Roma como clarinetista e pianista num grupo de jazz, os Flippers com Fabrizio Zampa e Massimo Catalano, gravando com Edoardo Vianello I Watussi (1963). O cantor Gino Paoli o incentivou a começar uma carreira solo, assim ele assina contrato pela RCA, seu primeiro álbum, 1999, com canções como Tutto il male del mondo, não apareceria até 1967. Em seguida, seguiu-se o álbum Terra di Gaibola (Il fiume e la città, Orfeo bianco, Non sono matto e Africa) e encerra a sua primeira etapa com Storie di casa mia. Ele inicia uma nova linha musical junto com o poeta bolonhês Roberto Roversi, uma colaboração que duraria quatro anos e três álbuns, com sucessos de vendas como Automobili. Após o período com Roversi, Dalla passou a trabalhar sozinho, como compositor, letrista, arranjador e músico principal em todas as suas obras, ainda que bem acompanhado por um grupo de músicos bolonheses, como os guitarristas Jimmy Villotti e Ricky Portera.

4/3/1943

Versões de "4/3/1943"

Letra

4/3/1943

Dice che era un bell'uomo e veniva,
veniva dal mare
parlava un'altra lingua,
pero' sapeva amare
e quel giorno lui prese a mia madre
sopra un bel prato
l'ora piu' dolce prima di essere ammazzato

Cosi' lei resto' sola nella stanza,
la stanza sul porto
con l'unico vestito ogni giorno piu' corto
e benche' non sapesse il nome
e neppure il paese
mi aspetto' come un dono d'amore fin dal primo mese

Compiva 16 anni quel giorno la mia mamma
le strofe di taverna,
le canto' a ninna nanna
e stringendomi al petto che sapeva,
sapeva di mare
giocava a fare la donna con il bimbo da fasciare.

E forse fu per gioco o forse per amore
che mi volle chiamare come nostro Signore
Della sua breve vita e' il ricordo piu' grosso
e' tutto in questo nome
che io mi porto addosso

E ancora adesso che gioco a carte
e bevo vino
per la gente del porto
mi chiamo Gesu' bambino
e ancora adesso che gioco a carte
e bevo vino
per la gente del porto
mi chiamo Gesu' bambino
e ancora adesso che gioco a carte
e bevo vino
per la gente del porto
mi chiamo Gesu' Bambino

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