Versão Musical
Hijo de La Tempestad-82 (vs.: Joaquim Sabina – Victor Manuel)
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Letra
Hijo de La Tempestad-82 Ana Belén(vs.: Joaquim Sabina – Victor Manuel)
Hijo de la tempestad
una noche de abril
por una ventana de mi dormitorio
vino un caballero con un traje pálido
no dijo palabras pero comprendí.
Mensajero singular
de un mágico país
donde nuestro mundo es un planeta náufrago
dando vueltas como un animal agónico
con la cara maquillada en rojo y gris.
Nadie me va a creer
pero así fue como pasó
inventos de mujer
dirá quien oiga mi canción
pero qué me importa.
Hijo de la tempestad
señor del vendaval
caballero de caricias como pétalos
que gobierna el mar y el vuelo de los pájaros
y ni los domingos quiere descansar.
Hijo de la tempestad
un noche de abril
sus ojos brillaban con cada relámpago
pronto hubo dos cuerpos y ninguna sábana no me preguntó pero le respondí.
Nadie me va a creer
pero así fue como pasó
inventos de mujer
dirá quien oiga mi canción
historia singular
de un chaparrón primaveral
hijo del vendaval
que vino con la tempestad
inventos de mujer
dirá quien oiga mi canción
historia singular
de un chaparrón primaveral
hijo del vendaval
que vino con la tempestad
nadie me va a creer
pero así fue como pasó.
22062025
Música Original
Paisagem da Janela-72(Fernando Brant – Lô Borges)
Versões de "Paisagem da Janela-72(Fernando Brant – Lô Borges) "
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Hijo de La Tempestad-82 Ana Belén(vs.: Joaquim Sab...
Letra
Paisagem da Janela-72 Lô Borges(Fernando Brant – Lô Borges)
Da janela lateral do quarto de dormir
Vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um voo pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal
Mensageiro natural de coisas naturais
Quando eu falava dessas cores mórbidas
Quando eu falava desses homens sórdidos
Quando eu falava desse temporal
Você não escutou
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quer acreditar
Eu apenas era
Cavaleiro marginal lavado em ribeirão
Cavaleiro negro que viveu mistérios
Cavaleiro e senhor de casa e árvores
Sem querer descanso nem dominical
Cavaleiro marginal, banhado em ribeirão
Conheci as torres e os cemitérios
Conheci os homens e os seus velórios
Quando olhava da janela lateral
Do quarto de dormir
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Um cavaleiro marginal, banhado em ribeirão
Você não quer acreditar
22062025
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